Our dreams, made out of real things.

O amor traz intimidade. Podemos ser próximos de um amigo que conhecemos desde criança ou  desde os dias da faculdade. Podemos ser próximos a um irmão ou irmã, a  nossos pais, ou a um primo que tem aproximadamente a mesma idade que  nós. Mas nada se compara a proximidade existente entre um marido e uma  esposa. O casamento é o relacionamento mais íntimo do ser humano.
É por esta razão que precisamos muito da intimidade. Cada um de nós  nasce com a necessidade inata de ser conhecido, amado e aceito. Queremos  que as pessoas saibam nosso nome, nos reconheçam quando nos encontrarem  e nos valorizem. A possibilidade de compartilhar nossa casa com outra  pessoa que nos conhece até nos detalhes mais íntimos é parte do prazer  mais profundo do casamento.
Contudo, essa grande bênção é também terreno de seu maior perigo.  Alguém que nos conhece tão intimamente pode nos amar como nunca  imaginamos, ou pode nos ferir de formas, quem sabe, irrecuperáveis. Ela é  tanto o fogo quanto o temor do casamento.
Qual desses dois você está experimentando em seu lar nesse momento?  Os segredos que o seu cônjuge sabe sobre você são motivo de vergonha ou  razão para ficarem mais próximos? Se seu cônjuge fosse responder a essa  pergunta, ele diria que você o faz sentir seguro ou assustado?
Se o lar não é considerado um lugar de segurança, os dois serão  tentados a buscá-la em qualquer outro lugar. Talvez em uma outra pessoa,  iniciando um relacionamento que, ou flerta com o adultério ou realmente  entra nele. Talvez possamos buscar o conforto no trabalho ou em  atividades ao ar livre, algo que nos separa parcialmente da intimidade,  mas também nos mantém próximos às pessoas que nos respeitam e nos  aceitam.
O marido ou a esposa não deve se sentir pressionado a ser perfeito  para que receba aprovação. Ele(a) não deve andar sobre as cascas de ovos  com medo de fazer algo que desagradará o outro, justamente quando  deveria se sentir confortável andando com seus próprios pés. A Bíblia  diz, “No amor não há medo; antes o perfeito amor lança fora o medo” (I  João 4.18). Liberdade deve ser a atmosfera do casamento. Como Adão e Eva  no jardim, a proximidade deve intensificar somente a intimidade. Estar  “nu” e “não se envergonhar” (Gênesis 2.25) deve existir na mesma frase  dentro do casamento – fisicamente ou emocionalmente.
Evidentemente, este é um território delicado. O casameneto descarrega  a bagagem da outra pessoa na sua vida, e a sua na dela. Os dois tem  motivos para ficarem constrangidos porque tiveram muitas coisas pessoais  reveladas a outro ser humano. Mas esta é a sua oportunidade de proteger  todas essas informações particulares sobre ele no abraço protetor do  seu amor, e de prometer ser o que mais pode ajudá-lo a lidar com isso.  Alguns desses segredos precisam de correção. Então, podemos ser agente  de cura e restauração – não discursando, não criticando, mas ouvindo em  amor e oferecendo apoio.
Alguns desses segredos só precisam ser aceitos. Eles são partes da  estrutura e da história da pessoa. E embora essas questões não sejam  muito agradáveis de se lidar, elas sempre vão exigir um toque delicado.
Em ambos os casos, somente você possui o poder de rejeitar o seu  cônjuge por causa disto ou convidá-lo a entrar – com os defeitos e tudo o  mais. Eles irão reconhecer que estão em um lugar seguro onde são livres  emocionalmente de você, talvez para sempre. Amá-lo bem deve ser o  trabalho de toda a sua vida.
Pense nisto desta maneira. Ninguém lhe conhece tão bem como Deus,  Aquele que lhe formou. O autor do Salmo 139 estava certo quando disse,  “Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu  pensamento. Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos  os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó  Senhor, tudo conheces” (Salmos 139.2-4).
E ainda assim, Deus, que conhece até os segredos que escondemos de  nós mesmos, nos ama tão profundamente que não podemos ao menos medir.  Quanto mais nos – pessoas imperfeitas – devemos estender a mão a nosso  cônjuge em graça e entendimento, aceitando-o por quem são e  assegurando-o que seus segredos estão seguros conoscos.
Talvez essa seja uma área onde você falhou no passado. Se aconteceu  assim, não espere que seu cônjuge lhe dê, imediatamente, acesso livre ao  coração dele. Você deve iniciar reconstruindo a confiança. O próprio  Jesus é descrito como Aquele que não invade a vida das pessoas, mas  permanece à porta e bate. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir  a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e  ele comigo” (Apocalipse 3.20).
Decida guardar os segredos do seu cônjuge (a menos que seja perigoso  para ele ou para você) e orar por ele. Fale com seu cônjuge e demonstre  amor apesar desses segredos. Ouça-o quando ele compartilha com você seus  pensamentos mais secretos e suas lutas. Faça com que ele se sinta  seguro.

Se alguém for temente a Deus, e fizer a sua vontade, a esse ele ouve. - João 9.31
Aquele que cobre uma ofensa promove amor, mas quem a lança em rosto separa bons amigos. - Provérbios 17.9

♥ Desafio de Amar

O amor traz intimidade. Podemos ser próximos de um amigo que conhecemos desde criança ou desde os dias da faculdade. Podemos ser próximos a um irmão ou irmã, a nossos pais, ou a um primo que tem aproximadamente a mesma idade que nós. Mas nada se compara a proximidade existente entre um marido e uma esposa. O casamento é o relacionamento mais íntimo do ser humano.

É por esta razão que precisamos muito da intimidade. Cada um de nós nasce com a necessidade inata de ser conhecido, amado e aceito. Queremos que as pessoas saibam nosso nome, nos reconheçam quando nos encontrarem e nos valorizem. A possibilidade de compartilhar nossa casa com outra pessoa que nos conhece até nos detalhes mais íntimos é parte do prazer mais profundo do casamento.

Contudo, essa grande bênção é também terreno de seu maior perigo. Alguém que nos conhece tão intimamente pode nos amar como nunca imaginamos, ou pode nos ferir de formas, quem sabe, irrecuperáveis. Ela é tanto o fogo quanto o temor do casamento.

Qual desses dois você está experimentando em seu lar nesse momento? Os segredos que o seu cônjuge sabe sobre você são motivo de vergonha ou razão para ficarem mais próximos? Se seu cônjuge fosse responder a essa pergunta, ele diria que você o faz sentir seguro ou assustado?

Se o lar não é considerado um lugar de segurança, os dois serão tentados a buscá-la em qualquer outro lugar. Talvez em uma outra pessoa, iniciando um relacionamento que, ou flerta com o adultério ou realmente entra nele. Talvez possamos buscar o conforto no trabalho ou em atividades ao ar livre, algo que nos separa parcialmente da intimidade, mas também nos mantém próximos às pessoas que nos respeitam e nos aceitam.

O marido ou a esposa não deve se sentir pressionado a ser perfeito para que receba aprovação. Ele(a) não deve andar sobre as cascas de ovos com medo de fazer algo que desagradará o outro, justamente quando deveria se sentir confortável andando com seus próprios pés. A Bíblia diz, “No amor não há medo; antes o perfeito amor lança fora o medo” (I João 4.18). Liberdade deve ser a atmosfera do casamento. Como Adão e Eva no jardim, a proximidade deve intensificar somente a intimidade. Estar “nu” e “não se envergonhar” (Gênesis 2.25) deve existir na mesma frase dentro do casamento – fisicamente ou emocionalmente.

Evidentemente, este é um território delicado. O casameneto descarrega a bagagem da outra pessoa na sua vida, e a sua na dela. Os dois tem motivos para ficarem constrangidos porque tiveram muitas coisas pessoais reveladas a outro ser humano. Mas esta é a sua oportunidade de proteger todas essas informações particulares sobre ele no abraço protetor do seu amor, e de prometer ser o que mais pode ajudá-lo a lidar com isso. Alguns desses segredos precisam de correção. Então, podemos ser agente de cura e restauração – não discursando, não criticando, mas ouvindo em amor e oferecendo apoio.

Alguns desses segredos só precisam ser aceitos. Eles são partes da estrutura e da história da pessoa. E embora essas questões não sejam muito agradáveis de se lidar, elas sempre vão exigir um toque delicado.

Em ambos os casos, somente você possui o poder de rejeitar o seu cônjuge por causa disto ou convidá-lo a entrar – com os defeitos e tudo o mais. Eles irão reconhecer que estão em um lugar seguro onde são livres emocionalmente de você, talvez para sempre. Amá-lo bem deve ser o trabalho de toda a sua vida.

Pense nisto desta maneira. Ninguém lhe conhece tão bem como Deus, Aquele que lhe formou. O autor do Salmo 139 estava certo quando disse, “Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento. Esquadrinhas o meu andar, e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. Sem que haja uma palavra na minha língua, eis que, ó Senhor, tudo conheces” (Salmos 139.2-4).

E ainda assim, Deus, que conhece até os segredos que escondemos de nós mesmos, nos ama tão profundamente que não podemos ao menos medir. Quanto mais nos – pessoas imperfeitas – devemos estender a mão a nosso cônjuge em graça e entendimento, aceitando-o por quem são e assegurando-o que seus segredos estão seguros conoscos.

Talvez essa seja uma área onde você falhou no passado. Se aconteceu assim, não espere que seu cônjuge lhe dê, imediatamente, acesso livre ao coração dele. Você deve iniciar reconstruindo a confiança. O próprio Jesus é descrito como Aquele que não invade a vida das pessoas, mas permanece à porta e bate. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3.20).

Decida guardar os segredos do seu cônjuge (a menos que seja perigoso para ele ou para você) e orar por ele. Fale com seu cônjuge e demonstre amor apesar desses segredos. Ouça-o quando ele compartilha com você seus pensamentos mais secretos e suas lutas. Faça com que ele se sinta seguro.

Se alguém for temente a Deus, e fizer a sua vontade, a esse ele ouve.
- João 9.31

Aquele que cobre uma ofensa promove amor, mas quem a lança em rosto separa bons amigos.
- Provérbios 17.9

Desafio de Amar

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