Our dreams, made out of real things.

O amor é justo. Querendo ou não, os conflitos no relacionamento são simplesmente inevitáveis. Quando vocês selaram o casamento como noivo e noiva, não juntaram apenas suas esperanças e sonhos, juntaram também o caração, temores, imperfeições e carga emocional. A partir do momento em que saíram da lua de mel, iniciaram o processo real de descoberta um do outro, desagradavelmente percebendo o quão pecador e egoísta cada um pode ser.
De repente, seu amado escorrega do seu pedestal e você do dele. A aproximação forçada do casamento começou a remover a farsa pública, expondo seus problemas pessoais e hábitos, retos. Bem vindo à humanidade falha.
Ao mesmo tempo, as tempestades da vida começaram a lhe provar e a revelar do que você é feito realmente. Exigências do trabalho, problemas de saúde, discussões familiares e necessidades financeiras incendiaram o casamento em vários aspectos, acrescentando pressão e calor ao relacionamento. Isto prepara o caminho para que desentendimentos ocorram entre os casais. Discutimos e brigamos. Ferimos. Vivemos em conflito. Mas não estamos sozinhos.
Todos os casais passam por tempestades. Faz parte do relacionamento. Mas nem todos os casais sobrevivem a elas.
Então, não pense que fazer o desafio hoje acabará com todos os conflitos do relacionamento. Pelo contrário, pôr em prática este desafio lhe ajudará a lider com o conflito de forma que vocês saiam saudáveis do outro lado. Os dois juntos. O dano mais profundo, mais doloroso que um dia podemos cometer (ou já cometemos) no relacionamento está mais propício a acontecer em meio ao conflito. E porque é no conflito que o nosso orgulho é forte, nossa raiva é fervente. Somos mais egoístas e críticos. Nossas palavras são venenosas. Tomamos as piores decisões. Um relacionamento pode começar muito bem na segunda e ficar mal na terça, se conflitos desenfreados assumires o controle e se nenhum de nós tiver o pé no freio.
Mas o amor chega e modifica as coisas. O amor nos lembra que nosso relacionamento é valioso demais para permitirmos que se autodestrua, e que o nosso amor por nossa amada é mais importante que qualquer discussão. O amor nos ajuda a instalar airbags e construir corrimãos em nosso relacionamento. Isso nos faz lembrar que os conflitos podem, na verdade, se transformar em algo bom. Os casais que aprendem a viver em meio aos conflitos tendem a ser mais chegados, mais confiantes, mais íntimos e a viver, subsequentemente, um relacionamento mais profundo.
Mas como? A maneira mais sábia é aprender a discutir com clareza, estabelecendo regras saudáveis para conflitos. Se não houver um guia de como abordar tópicos sérios, não haverá limites quando a discussão esquentar.
Basicamente, existem dois tipos de limites para lidar com os conflitos: os limites “nós” e os limites “eu”.
Os limites “nós” são regras que ambos concordam de antemão, regras que se aplicam durante qualquer briga ou discussão. Cada um de nós tem o direito de gentilmente, mas diretamente, relembrar esses limites quando forem violados. Eles podem incluir:
Nunca mencionaremos divórcio;
Não levantaremos casos antigos e irrelevantes do passado;
Nunca iremos brigar em público ou na frente de nossos filhos;
Daremos um tempo se o conflito chegar a um nível nocivo;
Nunca tocaremos um no outro de modo ofensivo;
Nunca dormiremos com raiva um do outro;
O fracasso não é uma opção. Faremos o que for necessário para sairmos bem dele.
Os limites “eu” são regras que praticamos pessoalmente, por nossa conta. Aqui estão alguns dos exemplos mais eficientes:
Eu ouço primeiro para depois falar. “Sabei isto, meus amados irmãos: Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para irar-se” (Tiago 1.19).
Eu lidarei com meus problemas honestamente. “E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?” (Mateus 7.3)
Falarei com gentileza e manterei o meu tom de voz baixo. “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (Provérbios 15.1)
Discutir justamente significa trocar as nossas armas. Desentendimentos com dignidade resultam de construir uma ponte ao invés de destruir. Lembremos: Amar não é uma batalha, mas pe sempre digno de batalha.
Converse com a pessoa amada e estabeleça regras saudáveis de conflito. Se seu parceiro não estiver pronto para isso, então escreva os seus limites pessoais para a “briga”. Decida colocá-los em prática quando o próximo desentendimento ocorrer.

Se for possível, quando depender de vós tende paz com todos os homens. - Romanos 12.18
Se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não poderá subsistir. - Marcos 3.25

♥ Desafio   de Amar

O amor é justo. Querendo ou não, os conflitos no relacionamento são simplesmente inevitáveis. Quando vocês selaram o casamento como noivo e noiva, não juntaram apenas suas esperanças e sonhos, juntaram também o caração, temores, imperfeições e carga emocional. A partir do momento em que saíram da lua de mel, iniciaram o processo real de descoberta um do outro, desagradavelmente percebendo o quão pecador e egoísta cada um pode ser.

De repente, seu amado escorrega do seu pedestal e você do dele. A aproximação forçada do casamento começou a remover a farsa pública, expondo seus problemas pessoais e hábitos, retos. Bem vindo à humanidade falha.

Ao mesmo tempo, as tempestades da vida começaram a lhe provar e a revelar do que você é feito realmente. Exigências do trabalho, problemas de saúde, discussões familiares e necessidades financeiras incendiaram o casamento em vários aspectos, acrescentando pressão e calor ao relacionamento. Isto prepara o caminho para que desentendimentos ocorram entre os casais. Discutimos e brigamos. Ferimos. Vivemos em conflito. Mas não estamos sozinhos.

Todos os casais passam por tempestades. Faz parte do relacionamento. Mas nem todos os casais sobrevivem a elas.

Então, não pense que fazer o desafio hoje acabará com todos os conflitos do relacionamento. Pelo contrário, pôr em prática este desafio lhe ajudará a lider com o conflito de forma que vocês saiam saudáveis do outro lado. Os dois juntos. O dano mais profundo, mais doloroso que um dia podemos cometer (ou já cometemos) no relacionamento está mais propício a acontecer em meio ao conflito. E porque é no conflito que o nosso orgulho é forte, nossa raiva é fervente. Somos mais egoístas e críticos. Nossas palavras são venenosas. Tomamos as piores decisões. Um relacionamento pode começar muito bem na segunda e ficar mal na terça, se conflitos desenfreados assumires o controle e se nenhum de nós tiver o pé no freio.

Mas o amor chega e modifica as coisas. O amor nos lembra que nosso relacionamento é valioso demais para permitirmos que se autodestrua, e que o nosso amor por nossa amada é mais importante que qualquer discussão. O amor nos ajuda a instalar airbags e construir corrimãos em nosso relacionamento. Isso nos faz lembrar que os conflitos podem, na verdade, se transformar em algo bom. Os casais que aprendem a viver em meio aos conflitos tendem a ser mais chegados, mais confiantes, mais íntimos e a viver, subsequentemente, um relacionamento mais profundo.

Mas como? A maneira mais sábia é aprender a discutir com clareza, estabelecendo regras saudáveis para conflitos. Se não houver um guia de como abordar tópicos sérios, não haverá limites quando a discussão esquentar.

Basicamente, existem dois tipos de limites para lidar com os conflitos: os limites “nós” e os limites “eu”.

Os limites “nós” são regras que ambos concordam de antemão, regras que se aplicam durante qualquer briga ou discussão. Cada um de nós tem o direito de gentilmente, mas diretamente, relembrar esses limites quando forem violados. Eles podem incluir:

  1. Nunca mencionaremos divórcio;
  2. Não levantaremos casos antigos e irrelevantes do passado;
  3. Nunca iremos brigar em público ou na frente de nossos filhos;
  4. Daremos um tempo se o conflito chegar a um nível nocivo;
  5. Nunca tocaremos um no outro de modo ofensivo;
  6. Nunca dormiremos com raiva um do outro;
  7. O fracasso não é uma opção. Faremos o que for necessário para sairmos bem dele.

Os limites “eu” são regras que praticamos pessoalmente, por nossa conta. Aqui estão alguns dos exemplos mais eficientes:

  1. Eu ouço primeiro para depois falar. “Sabei isto, meus amados irmãos: Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para irar-se” (Tiago 1.19).
  2. Eu lidarei com meus problemas honestamente. “E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?” (Mateus 7.3)
  3. Falarei com gentileza e manterei o meu tom de voz baixo. “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira” (Provérbios 15.1)

Discutir justamente significa trocar as nossas armas. Desentendimentos com dignidade resultam de construir uma ponte ao invés de destruir. Lembremos: Amar não é uma batalha, mas pe sempre digno de batalha.

Converse com a pessoa amada e estabeleça regras saudáveis de conflito. Se seu parceiro não estiver pronto para isso, então escreva os seus limites pessoais para a “briga”. Decida colocá-los em prática quando o próximo desentendimento ocorrer.

Se for possível, quando depender de vós tende paz com todos os homens.
- Romanos 12.18

Se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não poderá subsistir.
- Marcos 3.25

Desafio de Amar

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